Jorge Amado (1912-2001) nasceu a 10 de Agosto de 1912, na fazenda Auricídia, no distrito de Ferradas, a sul do estado da Bahia. Fez os estudos universitários na Faculdade de Direito, no Rio de Janeiro, onde fez o bacharelato em Ciências Jurídicas e Sociais (1935), não tendo, porém, exercido a advocacia. Passou pela política, chegou a fazer parte da Assembleia Nacional Constituinte, tendo sido o deputado federal mais votado no estado de São Paulo. De 1947 a 1950 viveu, como exilado político, em França. A partir de 1955, já de novo no Brasil, dedicou-se inteiramente à literatura. Da sua extensa e importante obra, lembramos os seguintes romances: O País do Carnaval (1931); Cacau (1933); Suor (1934); Jubiabá (1935); Mar Morto (1936); Capitães da Areia (1937); Terras do sem fim (1943); São Jorge dos Ilhéus (1944); Seara Vermelha (1946); Os Subterrâneos da Liberdade (1954); Gabriela, Cravo e Canela (1958); A morte e a morte de Quincas Berro d’Água (1961); Os Velhos Marinheiros ou o Capitão de Longo Curso (1961); Os Pastores da Noite (1964); Dona Flor e seus Dois Maridos (1966); Tenda dos Milagres (1969); Teresa Batista Cansada de Guerra (1972); Tieta do Agreste (1977); Farda, Fardão, Camisola de Dormir (1979); Tocaia Grande (1984); O Sumiço da Santa (1988).